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#LeiaAqui

Assessoria de Imprensa, monitoramento, conteúdo e interação na rede. Vamos conversar sobre novos projetos?

Eu não fui pra rua no #VemPraRua

16/04/2015

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Eu não fui pra rua nos últimos #VemPraRua. Mas nem por isso estou feliz com o país, com a mentira eleitoral ocorrida na eleição passada pelos candidatos do PT e do PSDB. Não estou satisfeito também com os rumos e as pautas do congresso, assim como não dá pra ficar contente com a corrupção, seja via Petrobras, lava jato e afins – que respingam em praticamente todos os partidos – e a falta de um planejamento pro país, o que dizer?

Concordar com o movimento que foi às ruas não me faz de direita, como li no Facebook de um amigo ou qualquer outro rótulo jocoso, que geralmente emplaca nas redes sociais. Rótulos nada mais fazem com que anular o outro e por fim ao debate.

Outros milhares (brancos, negros, pobres e ricos) também não foram pras ruas. Mas, assim como eu, não estão aprovando o que ocorre em Brasília e no governo, A insatisfação foi claramente demonstrada em recente pesquisa.
A conta é simples. O resto é ‪#‎mimimi‬ de ideologista partidário. ‪

Nesse sentido, mais uma vez, faço uso das palavras de Marina Silva, impressa em seu artigo “As ruas, sempre as ruas” que completa o que eu gostaria de escrever sobre os movimentos do #VemPraRua, com a maestria e sobriedade de sempre e que lhe é peculiar.

“Com ou sem resposta, as pessoas marcham. E sabem que é melhor marchar, umas ao lado das outras, nas ruas da desaprovação. É melhor andarem juntos, os indignados com a institucionalização da corrupção. É melhor unir-se na desconfiança, abandonando falsas tábuas de salvação oferecidas por quem só sabe repetir-se – e a repetição não produz esperança. Marchar é um alento e os ativistas das ruas, autores de seu próprio movimento, como em todos os tempos no mundo inteiro, só tem a si mesmos, mas sabem que trazem a possibilidade de algum futuro.” [Marina Silva]

Primeiro debate do segundo turno entre os presidenciáveis de 2014 na Band

15/10/2014

Primeiro debate do segundo turno entre os presidenciáveis na Band

Sim, assisti ao primeiro debate do segundo turno das eleições 2014 entre Aécio e Dilma, realizado pela Band. Precisamos conhecer as propostas e…. Ops! Alto lá! “PROPOSTAS?” Bom, isso ficou lá no fundo, em terceiro plano… pior foi ouvir de um dos candidatos na entrevista final do evento que ele queria debater os projetos para o país. Sim.. e aí? É isso que queremos! Por que vocês não fazem isso?

Mas, pelo andar da carruagem… esse ano não teremos debate de programas…. Só EMBATES. Os candidatos parecem querer nos confundir. Verdades e mentiras… todas juntas e misturadas.

Sabe… quem deveria ser investigado é quem emite esses documentos oficiais que ficam em poder dos candidatos. Cada um aponta números diferentes sobre o mesmo assunto. É isso, produção? Mentiras e verdades… (juntas e misturadas).

Daí, o meu amigo Augusto José Capeletto disse que “o problema não está em eles mentirem, mas em não sabermos a verdade…hoje em dia tudo pode ser conhecido mas acabamos por não procurar saber.”

De fato, o Augusto tem razão. Mas eu disse a ele que não é tão fácil assim e citei, apenas com um exemplo – dos vários que o debate proporcionou – que, apesar de ter procurado, não achei a verdade ou a mentira sobre se o delator da Petrobras Paulo Roberto Costa renunciou ou foi demitido, visto que ambos os candidatos apresentam documentos ou fatos que se contradizem.

E sobre a “qualidade” do debate perguntou meu primo: “quem está se saindo melhor?”. Minha resposta foi: “A minha esposa, que dormiu faz tempo”.

É… meu caros, a coisa não está fácil. Li comentário em um post de um amigo meu no Facebook que o nível deste debate é melhor do que o de outras épocas. Talvez, creio, ele se refira aos que os candidatos quase se pegavam, como num bom filme pastelão. Sinceramente, cansei destes EMBATES que mais confundem com suas frases de efeito e de mentiras e verdades (juntas e misturadas).

O Noblat, jornalista que tenho certa admiração (com restrições), disse que Dilma venceu o debate. Mas baseado em quê ele comumente afirma isso? (A ou B venceu o debate). Tenho a sensação de que estávamos assistindo a uma luta de boxe. Acusar o candidato de mentiroso vale dois pontos, como se fosse um soco no estômago e chamar o outro de leviano ganha três pontos pois equivale a um soco de direita no queixo.

Claro… devido a dinâmica que existe num debate é possível saber quem apresentou mais jogo de cintura, quem apresentou as melhores propostas, quem teve melhor oratória. Mas o (em)bate de ontem, na Band, houve empate técnico, daqueles que dão a sensação de que ambos saíram derrotados. Petistas seguem dizendo que Dilma venceu. Tucanos crendo que foi Aécio. E o Brasil, perdeu!

Resumo do debate de 2014 realizado na Band

– Você está sendo leviano…
– Você está sendo leviana…
– Isto é uma mentira, candidato…
– Isto é uma mentira, candidata…
– Não é verdade, candidato…
– Não é verdade, candidata…
– Seu governo não fez, candidato…
– Seu governo não fez, candidata…
– Eu tenho compromisso com a verdade, candidato…
– Eu tenho compromisso com a verdade, candidata…
– Sua pergunta é confusa, candidata…
– Sua resposta é confusa, candidato…

UPDATE (20/10): Tenho lido e ouvido discursos por aí de que estão incitando o ódio a este ou aquele partido/candidato. Não há ódio, creio. Há uma forte descrença em tudo. Pelo menos entre os que conseguem ainda REFLETIR ideologicamente, socialmente, politicamente. Há uma sensação de esgotamento diante de tanta mentira deslavada e do marketing de guerrilha cruel e desmedido. Não é uma questão de “os meios justificam os fins”. Não sou dos que desejam que o ditado “com ferro se fere com ferro será ferido” seja cumprido. Mas não se pode negar que, infelizmente, há certa verdade quando se diz que “quem planta vento colhe tempestade”. Bom entendedores entenderão (ou não).

A era da comunicação móvel

15/05/2014

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A comunicação está nas mãos, literalmente, das pessoas. Sim, meus caros… smartphones, tablets e até relógios inteligentes são os novos veículos de comunicação e estão nas mãos das pessoas sendo acessados em qualquer lugar em que haja sinal de internet. Aliado a isso, temos plataformas sociais como Twitter, Facebook, Instagram, Youtube e WhatsApp que possibilitaram cidadãos comuns de serem protagonistas da informação.

Estamos na era das redes sociais e da mobilidade. E a comunicação móvel esta cada vez mais sendo consolidada. Cabe ao profissional da área fazer a curadoria de conteúdo para que ela consiga vencer as barreiras do lixo virtual e chegar até o usuário.

Lidar com esse novo universo, com as novas tecnologias e as mudanças de comportamento requer agilidade, estratégia, monitoramento, estudos e planejamento para executar a comunicação corporativa.

O profissional e as agências de comunicação na era digital

E nesse contexto há uma peça importante para a engrenagem funcionar. A capacitação dos profissionais de comunicação. Ao mesmo tempo em que determinadas áreas necessitam de profissionais com formações específicas, também se faz necessário pessoas multifacetadas, com formação multidisciplinar, com visão estratégica e holística.

As empresas começam a entender que o fortalecimento da imagem institucional em tempos de redes sociais e tendo como protagonista os “internautas”, é importante investir em comunicação e não apenas em marketing ou propaganda, ou seja, se faz necessário uma única visão de trabalho, integração e, claro, com uma pitada de estratégias segmentadas, por mais curioso e paradoxal que isso possa parecer.

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