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O que mais atrapalha a execução da estratégia de negócios

27/08/2013

o que mais atrapalha a execução da estratégia de negócios

Pesquisa interessante da Revista Exame com 250 executivos entre as 500 maiores empresas do país mostra o que mais atrapalha a execução da estratégia de negócios:

Os três principais focos de complexidade nas empresas

1) Estrutura hierárquica – 48%
2) Estratégia – 43%
3) Processos – 41%

A complexidade na estrutura hierárquica

1) As decisões são lentas – 74%
2) Há sobreposições na estrutura – 66%
3) A hierarquia é excessiva – 59%
4) Os papéis não são bem definidos – 51%

A complexidade na estratégia

1) O funcionário não conhece a estratégia – 68%
2) As metas competem entre si – 61%
3) A estratégia não está espelhada nas metas – 34%
4) As metas não são ousadas – 34%

A Complexidade nos processos

1) Há mais burocracia que o necessário – 84%
2) Os processos são ultrapassados – 56%
3) Contorna-se a norma interna para certa tarefas – 52%
4) Os processos não são orientados para os objetivos – 38%

Conclusão: a maioria acredita que há mais burocracia do que o necessário e que as decisões são lentas. Em meio à complexidade, os funcionários não conhecem a estratégia –uma receita pronta para o fracasso.

Como escapar da armadilha dessa complexidade mas organizações?

Ao rever a maneira como pensam a estratégia ou organizam as reuniões de diretoria, grandes empresas brasileiras começam a driblar os problemas trazidos por estruturas e processos muitos complicados.

1) Saber a hora certa de simplificar

Quando o mercado abre uma nova janela de oportunidade, pode ser melhor aproveitar para crescer – e enxugar depois. O importante é se preparar para esse momento antes que os resultados deteriorem.

2) Ter princípios simples e inegociáveis

É possível se manter simples, mesmo atuando em dezenas de mercados diferentes. Basta definir princípios simples e inegociáveis, como só permanecer em negócios que deem retorno específico.

3) Distribuir o poder pela empresa

Dar autonomia aos funcionários pode acelerar as decisões. Controle em excesso é uma tentativa de colocar ordem numa estrutura grande. Mas só aumenta a complexidade das companhias.

4) Gastar tempos com o que interessa

Reuniões podem ficar mais produtivas quando se gasta menos tempo discutindo o passado ou falando do que vai bem.

5) Saber quando a complexidade é uma vantagem

Complexidade é como o colesterol – há a boa e a ruim. A boa é aquela pela qual o consumidor está disposto a pagar e, por isso, ajuda a melhorar os resultados.

6) Ser simples não é ser simplista

Ao exemplificar aspectos naturalmente complexos, as empresas podem perder oportunidades. Perseguir a gestão simples não significa ter menos ambição ou ignorar a complexidade.

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