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O que pensam profissionais da área sobre o futuro das mídias sociais

06/12/2012

50 ideias sobre futuro das mídias sociais

A galera da Scup, uma empresa que cria ferramentas para profissionais e empresas trabalhem de forma eficiente com mídias sociais, fez a seguinte pergunta para profissionais de grandes e pequenas empresas, acadêmicos e blogueiros: O que eles pensam sobre o futuro das mídias sociais?

Foram 50 respostas que nos convidam para um exercício de reflexão pra lá de interessante. Vejo algumas delas (a maioria) em modus BETA, ou seja, não estão finalizadas e estão abertas para serem redesenhadas a qualquer momento. Disponibilizo aqui as respostas de Carlos Nepomuceno, Beth Saad, Raquel Recuero e Luli Radfahrer por seguirem a mesma linha de pensamento que tenho.

PS: Há outras opiniões que compartilho, mas como não pretendo duplicar conteúdo, convido aos leitores que visitem o link acima para conferir todas as respostas dos profissionais que participaram da ótima reflexão proposta pela Scup.

Carlos Nepomuceno: “Profissionais de mídia social serão profissionais da nova gestão”

As mídias sociais mudarão o modelo de gestão das organizações. Profissionais de mídia social serão profissionais da nova gestão. Desafio: criar novos modelos de gestão e promover a passagem das empresas migrantes para o mundo digital. Novas organizações serão empresas com forte foco em comunicação e troca permanente com o ambiente para promover inovação e alinhamento num mundo cada vez mais mutante.

Beth Saad: “Teremos um confronto entre liberdade de expressão e sofisticação de controles”

É preciso separar plataformas que abrigam redes e grupos sociais do próprio comportamento das pessoas em rede. Plataformas mudam, evoluem com a tecnologia, e portanto indicam um futuro volátil e imprevisível. Pessoas em rede levam à ideia de consolidação e simultaneamente, segmentação. Evoluindo, teremos um confronto entre liberdade de expressão e sofisticação de controles e monitoramentos.

Raquel Recuero: “O futuro reside no relacionamento”

Eu vejo duas tendências importantes. A primeira é que as empresas (as marcas) estão cada vez mais presentes nas mídias sociais porque, querendo ou não, fazem parte do dia a dia do consumidor e o consumidor está lá. Com isso, também há uma mudança nos fluxos de comunicação entre consumidores e empresas, que se tornam cada vez mais horizontalizados. Há um foco maior no relacionamento, na conversação, na construção da reputação no micro espaço da interação, no tratamento do consumidor como indivíduo e não mais como massa apenas. Por outro lado, isso também exige das empresas uma mudança na perspectiva de ação, o que é um degrau de aproximação com o público. Com isso, há vários ganhos em engajamento, reputação, relacionamento e mesmo percepção.

Luli Radfahrer: “O futuro das ações em mídias sociais está diretamente relacionado à análise de performance e KPIs”

Como toda relação humana, a análise de métricas em mídias sociais nunca foi fácil nem direta. É preciso ser muito ingênuo para acreditar que o número de likes ou seguidores pode servir como sinal de qualidade de uma empresa quando eles podem ser facilmente comprados ou “estimulados” por qualquer promoção ou campanha de marketing. O consumidor já percebeu isso, muitas empresas ainda não. O futuro das ações em mídias sociais está diretamente relacionado à análise de performance e KPIs. O tempo dos amadores está chegando ao final.

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