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Política e futebol no Brasil

24/09/2012

Acompanhamos tudo sobre futebol. Exigimos o melhor do jogador, do técnico, da diretoria. Vaiamos o bola murcha, o juiz. Não perdoamos pênalti errado ou frango de goleiro. Da seleção então… quando tem goleada é porque jogou contra pernas de pau. Queremos o melhor, sempre. E quando os resultados não aparecem a pressão da massa faz gerar demissões de jogadores, de técnicos. Ok! Nem sempre consegue-se atingir a diretoria do clube. E se um cartola cai, como no caso Ricardo Teixeira, trata-se de colocar algum da mesma laia.

Mas por que não há essa exigência toda na política? Na política vale qualquer coisa. Mensalão, dinheiro na cueca, desvio de verba, saúde na UTI, política com “p” minúsculo, politicagem, ruas esburacadas e insegurança pública. Se saímos vivos de um assalto, agradecemos a Deus por guardar nossa vida.

O pacote para reverter isso é grande: manifestações, vaias, pressão popular, acompanhamento, cobranças de promessas, imprensa ativa (sem rabo preso) e, sim, o uso de maneira intensa das redes sociais, mas sem trolagens, chocarrices ou pressão de cunho apenas partidário, por favor. A soberania da nação em primeiro lugar.

A garota Isadora Faber, de 13 anos, do Diário de Classe, é prova de que o pacote dá certo. Ela não está se intimidando com a pressão da Escola e não tira o time de campo, mesmo que tenha sido intimada a comparecer na delegacia para esclarecer os fatos. Ela disse que vai continuar mostrando/compartilhando a verdade.

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