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Reflexões sobre gestão corporativa

26/03/2012

Gosto do ambiente corporativo – de todas as implicações (positivas ou negativas) que nele há. O aprendizado, sem duvida, é constante, complexo e intenso. Vez ou outra posto #filosofias sobre o assunto no Facebook ou no Twitter. Revendo algumas atualizações pude notar o quanto elas parecem atemporais. Gostaria de compartilhar alguns desses pensamentos desconexos (ou não).

Conseguir olhar nos olhos um dos outros em uma equipe de trabalho é fundamental. Sem ressentimentos pelos ocorridos do dia a dia – algo natural quando há metas, tarefas e desafios a serem vencidos -, o ambiente se torna mais saudável e produtivo. O respeito profissional é fundamental, mesmo que não haja amizade fora da empresa. Ganha a empresa. Ganha o profissional. #GestaoCorporativa

Não importa o que a empresa acredita crer e ostentar no quadro de sua missão na recepção da empresa. Importa o que ela faz de verdade (SER) e como o outro (colaborador/cliente) a sente, a vê, a percebe.

“Manda quem pode, obedece quem tem juízo” ainda vale (pena). Quem o usa me faz lembrar do “manga com leite faz mal”. Faça as mudanças, mas sem perder o referencial, a ética, o caráter e a confiança.#GestaoCorporativa

É errando que se aprende. Pensei muito nessa frase e foi inevitável não vir à mente as descobertas e estudos de Albert Einstein e Isaac Newton, as composições eruditas de Mozart e Beethoven, as invenções de Thomas Edison e Santos Dumont, as pinturas de Van Gogh e Leonardo da Vinci. Homens que erraram muito para aperfeiçoar suas pesquisas, suas obras. Olho para os dias atuais e noto que, aparentemente, não há espaço para o erro. O erro não cabe no currículo do profissional. É sinônimo de fracasso. Engessam nossos cérebros. Não se pode mais tentar, pesquisar, avaliar, experimentar. Mas vez ou outra aparecem pessoas que não se moldam ao perfil imposto e fazem surgem obras que podem ser desfrutadas pelos engessadores de cérebros.

Ouço e leio muito sobre sustentabilidade, sobre a felicidade no trabalho. O conteúdo, quase sempre, parte das instituições, que bravejam ter atenção especial ao SER SOCIAL. Mas pouco se vê, efetivamente e contextualizado, algo sendo feito. É mais maquiagem do que conteúdo. Corre-se atrás do lucro ao preço caro de enfartes, estresses, doenças psicossomáticas, pressões, assédios morais. As consequências podem ser vistas em rostos infelizes, famílias desestruturadas emocionalmente e financeiramente, filhos sem limites, empresas sem brilho, funcionários sem camisa. Organizações e pessoas ainda passam por processos. SOMOS O PROCESSO. Precisamos, no entanto, dialogar, rever conceitos, entender a vida e buscar o azul sem deixar a vida com a cor do sangue.

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