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O que de melhor rolou no primeiro dia do Digital Age 2.0 2011

29/09/2011

Começou ontem e continua hoje (29) a série de palestras do Digital Age 2.0 2011, conferência sobre comunicação e marketing digital realizada em São Paulo pela Now! Digital Business, que edita o IDG Now! O que a internet mudou na sua vida nos últimos 5 anos? O que dizem os especialistas sobre este fenômeno? O momento continua sendo de ruptura, de mudanças. Mas está na hora de discutir sobre os consumidores digitais, hiper-conectados e produtores da própria informação.

O convite que os organizadores desta quinta edição do Digital Age 2.0 2011 faz é para que todos mergulhem no mundo agora incontestavelmente digital e tentem entender as múltiplas telas, vozes e canais de comunicação estabelecidos a partir das redes sociais, da computação móvel e da explosão dos dados que formam a nova economia do consumidor em rede, onipresente e onisciente. E cada vez mais exigente, influente e informado.

Palestras dessa quarta (28): CurationNation: a “nova mágica” do mundo conectado, com Steven Rosebaum, CEO da Magnify.net e autor do livro Curation Nation; A sua marca está na web. Você sabe mesmo o que isso quer dizer?, com Gal Barradas, Sócia e CEO da F.Biz; Content Fusion – tudo se mistura na internet das múltiplas telas, com Chris Perry, presidente de Digital Commmunications da Weber Shadwick; A realidade reinventada e “consertada” pelos games, com Jane McGonigal, Visionária futurista criadora de jogos sociais; Uma mídia extraordinária usada de forma ordinária, com Fernando Taralli, Presidente da Energy, agência do Grupo Newcomm; Pelas Barbas do Leão de Cannes!, com Risoletta Miranda, diretora-executiva da FSB PR Digital; PR 2.0, a comunicação Corporativa em busca dos resultados, com Eduardo Vieira, sócio-diretor da Agência Ideal, Marcio Cavalieri, diretor da Abracom e Risoletta Miranda, diretora-executiva da FSB PR Digital; A Incrível Revolução da Social Media, com Lovina Manager, Advertising & Online Latin America da Microsoft e A Evolução do Conteúdo: crowdsourcing como decisor das próximas vozes da web, com Luke Beatty, vice-presidente do Yahoo!

Acompanhei grande parte do que foi publicado com a hashtag #DAge20 e colhi os melhores tweets dos participantes do evento. As mensagens tuitadas partiram de falas dos palestrantes ou de como estas foram interpretadas pelos participantes. Os ótimos tweets apresentados abaixo servem para reflexão sobre os caminhos das redes sociais – não há nada completamente certo ou errado, afinal, estamos todos, ainda, em Beta no mundo web 2.0. E como bem disse a @rizzomiranda: “O problema de um mercado tão novo é a tendência a achar verdades presentes onde cabe apenas disposição para aprender”.

@Ale_Ferreira: ‘Investimento de internet no Brasil já é 10% do bolo publicitário’.

@rizzomiranda: Qdo isso vai mudar!?/ @galbarradas no Digital Age: É preciso que TI e Marketing se entendam dentro das empresas!

@DiogenesPassos: Processo não sobrepõe a cultura. A cultura que precisa encorporar novos processos.

@midia8: Para falar a “língua” de uma determinada cultura é preciso conhecê-la. Caso contrário, será apenas uma caricatura da marca.

@jeffpaiva:  “Não queira iniciar um reposicionamento ou construção de marca pelas Redes Sociais”. É complemento.

@Abracom: Empresas estão aprendendo a aproveitar o que o consumidor fala sobre sua marca na web.

@tesore: As empresas globais devem repensar seus modelos de comunicação, padronizar o discurso e a estratégia digital não funciona

@Stephifincatti: 30 milhões de novos usuários entrarão na rede nos próximos 4 anos, mas são analfabetos funcionais. Como dialogar com esse público?

@natigarcia: As pessoas utilizam os meios de maneira diferente e c propositos diferentes, a marca é q dá unicidade à td esse discurso multimidia.

@midia8: A marca hoje é muito mais do que um produto ou serviço, é questão de relacionamento.

@silviabassi: “ninguem começa nas redes sociais se nao tiver primeiro um relacionamento previo com a sua audiencia

@lucas_patricio: “Entrar nas redes sociais sem estabelecer um diálogo com os consumidores é suicídio.

@midia8: Antes do consumidor vem o cidadão. O brasileiro precisa aprender a cobrar do serviço público. Ser cidadão, não só consumidor.

@bethsaad: Busca está morta pq se baseia em conteúdos “passados”.Hj precisamos saber o q a rede fala em tempo real.

@midia8: A banda larga no Brasil será a ferrovia para o futuro. O impacto da banda larga se assemelha com outras infras como eletricidade.

@Ale_Ferreira: O segredo não é desespero em conseguir followers e likes, mas sim mantê-los.

@ruycarneiro: Excelente palestra da@galbarradas mostrando as empresas que web não é fácil precisa de planejamento e consistencia.

@Badouy: É um grande erro abandonar o consumidor e deixá-lo sem resposta.

@midia8: As empresas estão mais preocupadas com métricas do que com pessoas.

@digitalage20: Em um mundo entulhado de informação, as pessoas querem clareza. Use ferramentas p organizar o conteúdo

@andressafabris: A tarefa é entender o que as pessoas querem, como se comportam, para fazer uma Comunicação mais humana.

@Abracom: Os mercados estão cada vez mais inteligentes, os produtos precisam ser melhores e o atendimento precisa. ser fantástico.

@midia8: O produto passa a ter um papel mais relevante, e o meio digital pade ajudar nessa nova etapa.

@digitalage20: Agências têm muito fetiche por métricas e tecnologia. Deveriam ter mais fetiche pelo consumidor.

@PafFerreira: Empresas são orientadas para processos e são lentas. As pessoas são orientadas para emoções e são rápidas.

@BethSaad: Curadoria de midias instigantes, criação de comunidades de interesse são outras estratégias indicadas por Perry.

@BethSaad: Campanha de Obama é ex de “content fusion” um serviço web e não uma ação.

@rizzomiranda: Parece-me q o debate sobre qual a melhor plataforma p/ o consumidor perdeu lugar: qual o melhor conteúdo é a bola da vez.

@resultson: O digital sempre teve uma dificuldade de adoção porque ele quebra a estrutura interna de uma empresa”.

@midia8: Interessante. Qual é o papel dos sites já que as empresas precisam trabalhar suas marcas nas redes sociais?

@diogenespassos: O fato de hj sua empreaa ter vários meios digitais para se comunicar, não tira a importância do site. Cuidado.

@natigarcia: Dica do expert: Use as informações obtidas nos meios digitais como inteligência para aprimorar seus serviços

@bethsaad: Paixão pelo negocio digital faz diferença na performance, seja da agencia seja do cliente.

@inovadoresespm: Ainda falta observar e entender como as pessoas querem consumir todo o conteúdo que sua marca produz.

@bethsaad: Perry coloca as midias sociais numa perspectiva para alem do MKT. Acho q se nao for assim, nao funciona, fica limitado.

@bethsaad: Poder dos games na rede:1bilhao de gamers no mundo e 35milhoes no BR com 10,5hs semana jogando Mega comunidade…

@housecricket: Pela manhã, Brian Solis abriu o evento falando sobre o lado social das marcas corporativas – “Popularidade não significa influência.

@bethsaad: Games provocam emoções positivas: criatividade engajamento curiosidade paz.. Ampliam a produtividade do gamer e sua relação c/ rede.

@leticiapedralli: Tripoli no #DAge20 agora, falando verdade: não adianta somete um dpto da agência pensando em social media. Todos devem querer “ser social”.

@claudioamaral: Facebook tem mais usuários via mobile do que o Twitter.

@digitalage20: As marcas não têm mais territórios on-line e off-line, as agências devem amplificá-las nos vários espaços.

@MaisMosaico: As mídias sociais “transferem” confiança de modo mais fácil. Esse é um ponto importante para ser explorado nas decisões de compra

@crisbussab: As 3 principais redes sociais do BR, FB Orkut e Twitter, tem perfis de targets diferenciais. Fabia Juliaz do IBOPE.

@agenciaiungo: Nem mais, nem menos. A internet complementa essas mídias. Foi assim com o surgimento da TV, quando muitos previram o fim do rádio.

@Midia8: Se a marca não estiver pronta nem para o atendimento no analógico, de nada adianda se aventurar na social media.

@anamariacoelho: Mobile é a maior perspectiva para o marketing digital dos próximos anos. Celular hoje é um equipamento de informática.

@midia8: Futuro do jornalismo: investir em pesquisa para ver as melhores formas de conteúdo e serviço.

@midia8: Dados interessante sobre o Facebook: 700 bilhões de min gastos por mês pelos usuários e 100 milhões de novas fotos postadas por dia.

@midia8: O Facebook recebe 690 bilhões pageviews por mês e mais de 1 milhão de sites usam o Facebook como plataforma

@alexyamaguti: Pedir pizzas pelo #Facebook nos EUA é febre! E No #Brasil? Será que os micro empresários estão prontos pra isso?

@BethSaad: Mto interessante visão Jane McGonigal s/ trabalhar de forma produtiva emoções de usuários por meio de games. Entendo como eficácia.

@Digitalage20: Games podem ter efeitos incríveis no engajamento das pessoas com causas ou marcas.

@PauloMoura: Nos games,as pessoas vão além do engajamento habitual.Ao fazer uso deles,as marcas podem ir além da percepção comum.

@Midia8: Comunicação segmentada por hábitos: eu não sei quem você é, mas sei do que você gosta na web. Diálogo aproximado.

@andressafabris: Se seu plano de mkt não tem de 10 a 15% direcionados para online, algo está errado.

@msant_iago: Pra atrair + anunciantes a publicidade online tem q fugir do discurso de tecnologia e abordar comunicacao e marketing. Descomplicar.

@silviabassi: Taste of home é uma revista impressa totalmente produzida pelos leitores e uma das mais lidas nos EUA.

@sachabr: Hoje é fundamental saber da onde o publico veio e para onde ele vai depois de sair do seu website.

@theFabioMori: trabalho em redes sociais nao eh uma opçao de uma área,mas sim,uma escolha da empresa.

@Thatafabris: Estamos mudando de uma mentalidade de campanhas pra uma mentalidade de broadcast: conteúdo de qualidade perene.

@JeffPaiva: O case #paznorio não foi um caso isolado, mas o resultado de 2 anos de trabalho de PR 2.0 e construção no RJ.

@andressafabris: Se não tivesse um diálogo construído durante dois anos, não haveria o engajamento que houve na intervenção no complexo do alemão.

@SilviaBassi: ação de PR do Rio nas redes sociais criou ambiente de confiança nos canais criando diálogo com população 1,5 ano antes da crise.

@SilviaBassi: conclusão: constância e timming garantem engajamento e confiança entre as marcas e a audiência via social media.

@BethSaad: PR 2.0 exige proximidade com o cliente e extrema percepção de oportunidades p/ capturar mensagens, imagens, ativos de credibilidade.

@andressafabris: O @maurosegura arrasou na pergunta: será que as agências de PR não estão fazendo um ‘puxadinho’ para cuidar da web 2.0?

@BethSaad: PR2.0 nada a ver c/ a ortodoxa visão de relações publicas. Sorry tradicionalistas, mas clientes hj tem visão + ampla.

@midia8: Internet não é apêndice, não é puxadinho; ela faz parte da empresa.

@BethSaad: Capacidade dos consumidores serem “sociais” na rede é enorme na América Latina diz Lovina. Perfil cultural?

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