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Os 55 melhores tweets do segundo dia do Social Media Week de São Paulo

22/09/2011

Depois de Os 30 melhores tweets do primeiro dia do Social Media Week de São Paulo. Pincelei as 55 mensagens mais relevantes captadas pelos participantes no segundo dia do #SMWSP. A maioria dos tweets partiu de falas dos palestrantes. Alguns são considerações das próprias @s.

Os tweets foram captados nas seguintes palestras: Crowd-Everything: debate sobre o crowdsourcing e o ambiente colaborativo no qual vivemos hoje, como isso influencia o desenvolvimento de projetos em mídias sociais, e vice-versa;  O lado legal das Mídias Sociais: como equilibrar a segurança jurídica que as empresas demandam, com o ambiente flexível e ágil que as mídias sociais criam: Virtual Goods, Virtual World: de que maneira os bens virtuais estão ganhando importância, estimulados pelos social-games e por uma sociedade de costumes e valores em mutação;  O aluno das Mídias Sociais: com tanto acesso a informação e relacionamentos, pra onde caminham as interações de aprendizado, sejam entre pares ou em dentro do esquema aprendiz-professor; O Mundo dos Dados: o que dizem (se é que dizem) as estatísticas sobre mídias sociais? Uma provocação sobre o que está por trás dos números e dados;  O Brasil que você não vê: como é a relação entre as classes C-D-E Qual é a posição do Brasil perante a web e quais as reais oportunidades e a evolução do país no meio digital; Row – Return Over What?: quando investimos nas mídias sociais, qual é o retorno que esperamos? E retorno sobre o quê exatamente? O quanto dos relatórios é fato, é útil, e é prático?

As mensagens são convites à reflexão. Não há nada certo ou errado. Vivemos ainda em fase beta no mundo 2.0. Os tweets, portanto, servem como ponto de partida para um debate que deveria continuar pós evento, seja através dos blogs, dos grupos de discussão ou via salas de aula.

@MaisMosaico: O crowdfunding é a mesma coisa que o crowdsourcing, mas aqui, as pessoas participam com $$ em projetos criativos.

@voicecomunica: Com o social production e com o crowdsourcing, a marca e o produto são construídos junto com o público.

@infoctae: Todos nós trabalhamos para o Google, testando e refinando suas ferramentas.

@LB_Hipolito: Dinheiro + atenção + experiência + benefícios + outras coisas = motivos de trabalharmos para empresas como Google, Flickr, etc.

@maismosaico: Crowdsourcing não é buzz; pode ser usado como meio de com, mas serve mesmo para usar a inteligência coletiva para aumentar negócio.

@VoiceComunica: O crowdsourcing é usar a inteligência coletiva para criação de conteúdo.

@midia8: Poxa, 91% do orçamento das agências analisadas é alocado de forma equivocada.

@ju_Harada: O ROI das redes sociais deve ser medido através do relacionamento a longo prazo.

@LuizInacio1: Colaboração 365 dias por ano , idéia é commoditie , mas quem vai fazer acontecer, pessoas fazem mais que idéias.

@Garota_TI: Vale a pena queimar uma boa ideia deixando para a área jurídica resolver?

@LB_Hipolito: O jurídico era o último a ser chamado em ações de SM. Agora, com concursos culturais e promoções, o jurídico está junto.

@MaisMosaico: Ação pode sair do ar, mas questionada seis meses depois… guardar dados eletrônicos é fundamental.

@LB_Hipolito: Mencionar dados específicos em fotos, sites, etc. evitam diversos problemas jurídicos.

@momarchphoto: Redes sociais deixam os departamentos jurídicos das empresas mais proativos e criativos.

@taianny_gerbasi: Divulgar fotos nas Redes Sociais sem autorização prévia é perigoso.

@OrbitaSocial: guardar provas e dados das promoções por pelo menos 6 meses depois de finalizadas é algo muito importante.

@AnaVictorazzi: Em mídias sociais até a parte jurídica para se destacar e funcionar tem que pensar fora da caixa, ser criativo.

@LB_Hipolito: O consumidor é mais esclarecido e consciente. Seja transparente com ele.

@RaphaelFiga: Uma coisa que já é realidade: Manter um cliente está cada vez mais custoso, então use esse investimento de forma consciente.

@LB_Hipolito: Direito de liberdade de expressão há, mas se falar inverdades, usar palavras de baixo calão, poderá sofrer processo judicial.

@LB_Hipolito: Cuidado com o corporate bullying. Use as Mídias Sociais de forma racional e tome cuidado com o que publica.

@AnaVictorazzi: O que vc está prestes a postar vc falaria p/ uma plateia de mil pessoas? Não? Melhor rever issaê.

@Pyrsona: Olhar ferramenta é velho, tem que olhar comportamento!

@Vivoblog: “Falar sobre rotina de trabalho nas redes sociais quebra o sigilo profissional.

@Cavdias: A grande sacada dos #gamessociais esta no fortalecimento de imagem de uma marca a massificação e persuasão.

@OgilvyOneBr: A nova geração de tecnologia pra entretenimento tem aproximado o público leigo da experiência de grupo.

@Giovanni_dtcb: É mais eficaz segmentar estudando a conversa do consumidor do que por métodos tradicionais como idade por exemplo.

@VoiceComunica: A marca deve buscar fazer parte da identidade do público na internet e fazer os usuários pertencerem ao seu universo.

@TerraForum: A inclusão de stakeholders em cada etapa de processo e não apenas no fim garante que o produto atinja seu público. #socialproduction

@OgilvyOneBr: Sua marca é o que o Google e as pessoas dizem sobre ela.

@VoiceComunica: O que é dito sobre a marca não é mais controlado apenas pela empresa.É preciso monitorar e conhecer o que o público fala na internet.

@OrbitaSocial: O papel das redes sociais é criar experiências substanciais em vez de criar experiências efêmeras e hedonistas #SMWSP sobre jogos na rede.

@TatuanaLelis: A aprendizagem e o conhecimento não estão mais em um espaço confinado. Estão hoje também nas mídias sociais.

@Midia8: Dependendo da sua classe social, você tem mobilidade com o digital. Dependendo da classe social, você é refém.

@DM9DDB: a comunicação é como um frescoball. Consumidor e empresas precisam manter a bola no jogo para que a relação funcione.

@Alecduarte: E pessoa que acha que profissional de internet se resume a humorista e publicitário?

@MarceloDeSouzaM: Não tem nada mais fácil de manipular do que a estatísticas. Se você tortura os números eles vão dizer o que você quiser.

@SMWSP: As empresas estão buscando ouvir mais os seus consumidores e as redes colaboram muito com isso.

@luizinacio1: Métricas são apenas dados. A diferença está na analise. O desafio é saber o que falta.

@DLGuigo: O produto tem que gerar paixão para o consumidor interagir em profundidade com a marca.

@RodrigoJunco: Uma marca ganha fãs e seguidores e os mantém através da qualidade do produto e não só pelas ações nas redes.

@DLGuigo: Afinal, o que é melhor? O consumidor que enxerga sua marca 1 vez, ou o consumidor que interage com sua marca? Quantidade x Qualidade

@Remixingideas: Uma lógica de volume passou para o mundo online e a marca quer muitos fãs, o que não mede se ela é uma marca querida.

@Dualiby: Complicamos demais o assunto métricas… #smwsp … é necessário ser relevante e alcançar as metas e objetivos…

@DLGuigo: A maioria das pessoas enxerga as mídias sociais como o mundo online de antigamente: não existe medida de eficácia de marca hoje.

@RenaLins: Já respondi a várias pesquisas e o que vejo é que elas querem induzir o consumidor a um perfil que não é realmente o seu. Agradar o cliente?

@Adilsonfuzo: Números são importantes para balizar decisões, mas nem tudo é mensurável em comunicação.

@RemixindIdeas: Criação e mídia é um trabalho definitivamente conjunto dentro da publicidade.

@Dualiby: Metrica… acho que hoje é muito questionável… pensar no retorno de relacionamento é mais relevante.

@Cauhercog: Isso é fato! As ferramentas de monitoramente em RS se multiplicam todos os dias. Mas nem todas funcionam bem, hein!

@mabesa007: Se lascou quem achou que só tem pobre no Orkut. A classe C domina as redes sociais!

@Ranoy: Como dizia o grande filósofo Roger Moreira, “nós vamos invadir sua praia… Levar o frango e a galinha, e também a vitrolinha…”

@LuizInaco1: A verdadeira classe média brasileira é formada pela classe C, e representa hoje 53% da população.

@BrunoMiojo: Não existe mais espaço para veículos que só falam e não escutam.

@LuizInacio1: Classe C tem movimento de 1,3 trilhões de reais e está dominando geral. 56% dos domicílios conectados a internet estão na classe C.

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