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Doodle Google: móbile interativo em comemoração a Alexander Calder

22/07/2011

Dificilmente você vai ouvir dizer de alguma casa que nunca teve um móbile. Atualmente é comum vê-los pendurados nos berços dos bebês. O doodle da página inicial do Google é um móbile interativo – você passa o mouse e o objeto se move -, uma homenagem ao que seria o 113º aniversário de Alexander Calder, também conhecido por Sandy Calder, um escultor e artista plástico estadunidense famoso por desenvolver seus móbiles. Calder foi o primeiro a explorar o movimento na escultura e um dos poucos artistas a criar uma nova forma – o móbile.

Calder no Brasil

Há inúmeros trabalhos de Alexander Calder produzidos especialmente em suas passagens pelo Brasil na década de 40. Foi realizado um levantamento pela pesquisadora Roberta Coutinho, que listou cerca de 100 esculturas espalhadas por São Paulo, Rio e Brasília – sem contar as que saíram do país e estão catalogadas pela Fundação Calder em Nova York.

Toda a pesquisa foi colocada no livro Calder no Brasil. Os textos reunidos em Calder no Brasil mostram a amplitude de todos os que foram tocados pela obra do escultor no país: de Carlos Drummond de Andrade a Pietro Maria Bardi, de Fernando Sabino a Sergio Milliet, de Rubem Braga a Henrique Mindlin e Ferreira Gullar. E acima de todos estes está a presença atenta, de mais de três décadas, de Mário Pedrosa, possivelmente o crítico de arte que mais escreveu sobre Calder. O volume é um documento excepcional, cuidadosamente organizado por Roberta Saraiva, que incluiu todos os ensaios de Mario Pedrosa dedicados ao artista e os textos de seus vários amigos e admiradores brasileiros. É amplamente ilustrado com fotografias da época e traz escritos sobre o Brasil extraídos da autobiografia de Calder. O livro vai surpreender aqueles que desconheciam este capítulo da vida e obra desse grande artista moderno e de um momento decisivo da modernidade brasileira.

Fundação Calder

A Fundação Calder foi incorporada pela família de Alexander Calder – hoje presidida por Alexander SC Rower, neto de Calder -, executa seus próprios programas, colabora em exposições e publicações, e dá conselhos sobre questões como história, montagem e restauração de obras de Calder. A Fundação não dá subsídios e não faz avaliações.

A Fundação também procura conselhos sobre os trabalhos de Calder, da vida e outros assuntos relacionados ao mundo da arte de estudiosos e profissionais de fora.

Prêmio Calder

O Prêmio é concedido a cada dois anos para homenagear um artista vivo que tenha criado um trabalho inovador e que tenha demonstrado o potencial de fazer uma grande contribuição para o campo. Criado em colaboração com a Fundação Calder e da Fundação Scone em 2005, o Prêmio Calder nasceu do sucesso do programa de residência Atelier Calder, localizado no antigo estúdio de Calder, em Saché, na França. O Prêmio consiste em 50.000 dólares e a oportunidade de completar uma residência de seis meses no Atelier Calder.

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