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Encontro com Jornalistas Escritores no #Congresso3em1

25/05/2011

Talk show com conteúdo relevante e revelações curiosas de Laurentino Gomes, Ricardo Kotscho e Zuenir Ventura. Foi assim o primeiro da série de quatro Encontros com Jornalistas Escritores que a Mega Brasil preparou para o Congresso Mega Brasil de Comunicação, evento sendo realizado em São Paulo, no Centro de Convenções da Rebouças, do qual participo desde terça-feira e que se estenderá até sexta (27). Essa é a minha 8ª participação no #Congresso3em1, desta feita integrando a equipe de cobertura do evento.

Muita informação durante o primeiro talk show. Algumas delas listo abaixo como tira-gosto pra quem não se inscreveu para o evento. Como de costume, faço uma ou outra intervenção entre [chaves] e negrito.

“A versão juvenil do meu livro foi decidida depois de ouvir leitores” – Laurentino Gomes. [Ouvir é premissa do online ou do sucesso de qualquer negócio]

“Se não houver uma porta de entrada, uma linguagem atraente, você afasta, definitivamente, o novo leitor” – Laurentino Gomes [Sempre que ouço ou leio algo do tipo lembro-me dos três tenores mais especificamente Pavarotti. Ele popularizou a música clássica.]

“No livro de ficção, cada palavra que você deita no papel revela um pouco de você” – Julia Nogueira (mediadora do talk) [ Talvez isso explique o motivo de alguns jornalistas não se aventurarem por essa categoria]

“A geração de 68 fez muita besteira, mas fez coisas boas também. As pessoas se entregaram a um projeto de país” – Zuenir Ventura

“Se pensar no que a gente lê nos jornais é muito difícil separar ficção de não-ficção” – Ricardo Kotscho [Realmente… a realidade é tão cruel que muitas verdades você tem que atenuar senão as pessoas não acreditam]

“Jornalista Escritor é como ser Atriz Modelo. Todo jornalista é escritor, o contrário nem sempre é verdadeiro” [A frase foi dita por um amigo do Laurentino Gomes, do qual nome não me lembro]

“Estou presente na Internet. Sim, sou eu mesmo na rede. Tenho que participar, agir, interagir. Mas com moderação. Uso na medida certa. Chega uma hora que tenho focar. Por exemplo: decidi não aceitar mais convites para palestras, cãs contrário não escrevo meu próximo livro” – Laurentino Gomes [#FicaDica]

“Eu gosto de ler e pesquisar. Ficar de frente para o computador e ter que escrever é assustador. Ficção é assustador. Fazer ficção é pra não pagar analista” – Laurentino Gomes

“Eu também não gosto de escrever. Meus livros são encomendados por editoras” – Ricardo Kotscho

“Vocês vão sair daqui concluindo que jornalista não gosta de escrever, tem medo de prazo e é caótico” – Junia Nogueira (moderadora do talk show) [E não é verdade?]

“Pensamentos prontos são perigosos. Há a necessidade de estar insatisfeito consigo, pesquisar, indagar…” – Ricardo Kotscho [ouça muito, investigue e não saia por aí opinando sobre o que você acha que seja assim ou assado]

“Ainda há críticas anônimas corporativistas no meu blog, mas tenho sido respeitado no meio. Hás os que pensam: sou eu o especialista, porque não escrevi esse livro de sucesso?” – Laurentino Gomes [#inveja, meu caro. PS: parte da resposta da pergunta “ Por que historiadores não reconhecem seus livros como documentos da história do país?”, feita por mim.]

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