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O perfil do profissional de redes sociais

19/04/2011

Antes de comentar sobre o assunto deste post, ou seja, mostrar o perfil do profissional de redes sociais, vamos a um breve relato sobre quem definitivamente entra com a demanda desses profissionais, as empresas, claro.

É fato de que é cada vez maior o número de empresas nas redes sociais. Há, claro, as que ainda estão analisando “esse negócio pra ver no que vai dar”. Essa é uma das diferenças entre as empresas de sucesso e as que tentam sobreviver. Essa introdução me faz lembrar o ditado: “Quem sai na frente bebe água limpa”.

No entanto, muitas instituições entram nas redes sociais, mas ainda não estão preparadas para agir e, principalmente, para receber as respostas que o meio proporciona, o que tem gerado a necessidade da atuação de profissionais da área. Empresas organizadas e que tem uma cultura de comunicação já dão a devida importância para a profissionalização da rede.

O Instituto Brasileiro de Inteligência de Mercado (Ibramerc) fez um estudo com 251 companhias brasileiras, destas 65% já estão presentes nas redes sociais. O número, sinceramente não me parece relevante. Mas olha só que interessante: dos pesquisados, apenas 7% consideram a atuação nas redes sociais como algo imprescindível, contra 47,9% que acredita que blog, Twitter, Facebook, Orkut, etc. são iniciativas desejáveis por parte das empresas. Arrisco a afirmar que esses 7% são de empresas que acreditam que o departamento de comunicação é importante assim como o administrativo/financeiro.

De acordo com a pesquisa, 25% das empresas resolvem colocar um funcionário exclusivamente para cuidar das redes sociais da companhia. No entanto, dominar o Twitter, o Facebook, as técnicas das mais variadas redes e aplicativos que aparecem diariamente e ainda ter conhecimento de edição de vídeo e fotografia faz todo o sentido, mas não é ou não deveria ser suficiente para o profissional de redes sociais. Afinal, as técnicas se aprendem facilmente.

“Não precisamos de máquinas treinadas tecnicamente, mas de pessoas capazes de pensar claramente” filósofa americana Martha Nussbaum

As redes sociais online podem ser consideradas algo novo, mas ainda necessitam de uma fórmula antiga do offline (chegamos ao assunto do post); redes sociais são movimentadas por pessoas e precisam de profissionais que gostem de lidar com gente, que saibam se relacionar, compartilhar, interagir e, PRINCIPALMENTE, ouvir. Profissionais que sejam um pouco de relações públicas, psicólogos, jornalistas e publicitários. E tudo isso com rapidez e criatividade algo fundamental para um trabalho que exige soluções em “real time”.

Há de se entender também o mercado, os negócios do cliente, a concorrência. O trabalho é árduo, complexo e não termina em três meses ou no momento em que o Twitter atingiu um número alto de seguidores, por exemplo. Por isso um profissional da área deve ter os requisitos acima destacados (negritados) e um outro muito importante: credibilidade – inclusive na vida offline (olha a polêmica) -, e ser muito bem remunerado e valorizado dentro ou fora da empresa, no caso de um colaborador em Home Office.

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