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Charlie Chaplin: Google comemora nascimento do maior astro do cinema mudo

15/04/2011

Print da página inicial do Google. Doodle comemorativo de Chaplin em vídeo

Charlie Spencer Chaplin nasceu em Londres, 16 de abril de 1889 e morreu dormindo aos 88 anos de idade em consequência de um derrame cerebral, no Dia de Natal de 1977 em Corsier-sur-Vevey, Vaud, Suíça. Chaplin foi enterrado no cemitério comunal.

Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era do cinema mudo.  Sua fama se estende de geração em geração. É difícil encontrar alguém que não conheça algo dele.

Chaplin se envolveu com muitas mulheres: Hetty Kelly; Edna Purviance; Mildred Harris; Peggy Hopkins Joyce; Pola Negri; Lita Grey; Paulette Goddard; Joan Barry; Oona O’Neill. Ele teve 11 filhos.

Há grandes filmes sem seu currículo. Os mais conhecidos são: Em Busca do Ouro (1925); O Circo (1928); Luzes da Cidade (1931); Tempos Modernos (1936); O Grande Ditador (1940); Monsier Verdoux (1947) e Luzes da Ribalta (1952).

Curiosidades sobre Charles Chaplin

– Oona (1926-1991) e Charlie tiveram 8 filhos. Quando Charlie Chaplin saiu dos Estados Unidos, toda a família foi viver para Vevey, na Suíça. Hoje, essa casa é o Museu Charlie Chaplin.

– Charlie e Hannah, pais de Chaplin, eram do show business. A primeira apresentação do ator, aos 5 anos, foi cantando uma música no lugar de sua mãe, que havia ficado doente.

– Em 1896, sua mãe foi hospitalizada com depressão e seu pai faleceu em 1901. Chaplin passou alguns anos de sua infância em orfanatos.

– Seu primeiro filme, Making a Living (Carlitos repórter), é de 1914. Mostrava as aventuras de um personagem cômico na redação de um jornal. O Garoto, de 1921, foi seu primeiro longa metragem.

– Sua mãe, Hannah, faleceu em 1928, durante as filmagens de O Circo, filme que deu a Chaplin o primeiro Oscar.

– O Grande Ditador, de 1940, foi o primeiro filme inteiramente sonoro de Chaplin. Ele compôs as músicas dos seus sete últimos filmes.

– Em 1952, Chaplin estava sob suspeita do Comitê de Atividades Antiamericanas. O governo americano acreditava que ele fosse comunista. Partiu dos Estados Unidos com a família dizendo que ia para a Europa para tirar férias. Com o sucesso de Luzes da Ribalta em Londres, decidiu morar na Suíça.

– Seu último filme foi A Condessa de Hong Kong, de 1967.

– m 1972, Hollywood o premiou com um Oscar honorário por sua contribuição ao cinema. Dois anos mais tarde, ganhou um Oscar pela trilha sonora de Luzes da Ribalta.

– Chaplin morreu na madrugada de 25 de dezembro de 1977, aos 88 anos. No dia 3 de março de 1978, seu corpo foi roubado do cemitério de Corsier-Sur-Vevey, na Suíça. Foi encontrado no dia 18 de maio do mesmo ano

As melhores frases de Chaplin

Mais do que máquinas precisamos de humanidade.

Mais do que inteligência precisamos de afeição e doçura.

Sem essas virtudes a vida será de violência e tudo estará perdido.

O tempo é o melhor autor; sempre encontra um final perfeito.

O amor é ajudado pela força. Adoçura do perdão traz a esperança e a paz.

Cada um tem de mim exatamente o que cativou, e cada um é responsável pelo que cativou, não suporto falsidade e mentira, a verdade pode machucar, mas é sempre mais digna.

Um dia sem rir é um dia desperdiçado.

O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar

Não devemos ter medo dos confrontos… até os planetas se chocam e do caos nascem as estrelas.

Eu continuo a ser uma coisa só: um palhaço, o que me coloca em nível mais alto do que o de qualquer político.”

Estou sempre alegre essa é a maneira de resolver os problemas da vida

Não sois máquinas! Homens é o que sois

Não preciso me drogar para ser um gênio; não preciso ser um gênio para ser humano, mas preciso do seu sorriso para ser feliz. A persistência é o caminho do êxito.

Se matamos uma pessoa somos assassinos. Se matamos milhões de homens, celebram-nos como heróis.

A beleza é a única coisa preciosa na vida. É difícil encontrá-la – mas quem consegue descobre tudo.

O assunto mais importante do mundo pode ser simplificado até ao ponto em que todos possam apreciá-lo e compreendê-lo. Isso é – ou deveria ser – a mais elevada forma de arte.

Aos que me podem ouvir eu digo: `Não desespereis!’ A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia, da amargura dos homens que temem o avanço humano…

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