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Rio 445 anos: curiosidades e afins

01/03/2010

Postei hoje no Twitter. “Posso morrer lá, mas não posso morrer sem conhecer a Cidade Maravilhosa”. A frase foi em homenagem aos 445 anos do Rio de Janeiro e reflete de maneira objetiva a vontade que tenho em conhecer as imagens que comumente vemos nas novelas globais, sem, no entanto, esquecer os problemas que a cidade enfrenta, já conhecidos por todos.

Fiz uma breve pesquisa sobre o Rio de Janeiro. Vi muita coisa interessante. As personalidades, a história, frases de famosos sobre a cidade e, claro, quais eram as piadas toscas relatadas na desciclopédia. Mas acabei ficando um pouco mais em um espaço maravilhoso, o Diário do Rio de Janeiro – um blog carioca a favor do Rio de Janeiro. Pra começar o fundo do blog, aparentemente, é de uma foto do calçadão de Ipanema Copacabana, que combinado ao template azul, faz lembrar um lindo dia na praia.

Como o próprio site diz, “os momentos marcantes que essa cidade viveu, estão nas páginas da história e da vida dos brasileiros, a vinda da Família Real, ser capital do Império Português, a Abolição da Escravatura; a Proclamação da República; a Era Vargas, que culmina com seu suicídio no Catete; o apogeu e adeus a mais carioca das portuguesas, a imortal Carmem Miranda; a eleição de JK e muitos outros fatos”. E entre uma e outra curiosidade – a da “invasão” de discos voadores no seriado V (Warner Channel) -, me deparei com uma imagem do Corcovado com o Chapéu do Sol, construção anterior ao Cristo Redentor (foto acima).

Outro assunto inusitado foi sobre alguns assuntos que eram abordados no Jornal do Brasil. O diário comentava sobre prédios cariocas mal-assombrados – as famosas lendas urbanas:

•A Câmara dos Vereadores teria várias almas penadas já que no local onde ela foi construída haveria ruínas de uma capela que realizava cultos satânicos.
•No prédio da Cândido Mendes (Centro) haveria até hoje um fantasma…
•Na Fortaleza de Santa Cruz (Niterói) que serviu de presídio durante o Golpe de 64, ouvem-se gemidos e choros.
•No Museu Histórico Nacional haveria existência de muitos fantasmas, o local é pesado, Tiradentes foi esquartejado em seus calabouços.

Os leitores entraram na onda e enviaram outras histórias que, provavelmente, foram ouvidas pela boca de quem garante ter mesmo visto tais assombrações.

Os ritmos e harmonias fervem na cidade maravilhosa, mas, para finalizar, qual destas músicas melhor representa a Cidade Maravilhosa?

Samba do avião – Tom Jobim
Corcovado – Roberto Carlos e Caetano Veloso
Rio 40 graus – Fernanda Abreu
Do leme ao Pontal – Tim Maia
Aquele abraço – Gilberto Gil

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5 Comentários leave one →
  1. 02/03/2010 12:16

    Prezado Masini,
    não resisti e listei no Blog do Varejo as memoráveis canções que Vc citou em seu post, linkando ao seu blog.
    Abraço, Edu

  2. 02/03/2010 11:49

    Masini,
    o Rio merece todas nossas homenagens.
    Quanto a música que melhor melhor representa a Cidade Maravilhosa…caramba, que sinuca de bico: todas.
    Abraço, Edu

  3. 01/03/2010 20:17

    O Rio de Janeiro é uma cidade linda, realmente maravilhosa. É o lugar mais bonito que já conheci em toda a minha vida. A frase de abertura “Posso morrer lá, mas não posso morrer sem conhecer a Cidade Maravilhosa”, diz tudo. Parabéns ao Rio de Janeiro!

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