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Google Buzz: mídia social no Gmail

11/02/2010

Se Santos Dumont ou os irmãos Wright, como queira, soubessem que a invenção do avião não seria utilizada apenas para a locomoção de pessoas, mas também para uso na guerra, eles a teriam levado a frente? Reflexão irrelevante nos dias atuais, mas exposta apenas para discutir sobre a utilidade de uma invenção, de uma descoberta, de uma ferramenta. Mais adiante esta introdução deve fazer algum sentido.

Eis que a Google lança o Google Buzz, uma ferramenta que tem a intenção de convergir e concentrar o uso das mídias sociais no Gmail, ou seja, a nova ferramenta está integrada aos serviços oferecidos pela Google. No Buzz você poderá compartilhar vídeos do YouTube,  fotos do Picasa, iniciar discussões, como nos velhos e bons tempos do chat, entre outras possibilidades. Parece-me que esta é mais uma experiência da Google para entrar de vez nas redes sociais. Vide Google Wave e outros aplicativos. Ainda são válidas as máximas “quem saí na frente bebe água limpa” ou “quem fica parado é poste”.

A fogueira das vaidades será mantida na ferramenta. Assim como no Twitter, no Google Buzz quem tem muitos seguidores é considerado o “The Best”, o supra sumo, independente da relevância do conteúdo, que neste caso, tem para todos os gostos. Já criaram scripts para ganhar seguidores por lá? O uso de convites – como no lançamento do Novo Orkut e do Google Wave -, desta vez, não soi utilizado como ferramenta de marketing. Assim como na vida real, o conceito “mídias social” segue a mesma e velha hierarquia de pirâmide, de senhores e feudais. Se bem que em redes sociais o sistema feudal reconhece sua força e procura se organizar para dar sentido real ao termo social.

A multifuncionalidade do Google Buzz, assim como a integração com qualquer veículo de comunicação, já ganha, prematuramente – em forma de profecia – opiniões pró e contra. As opiniões contrárias esbarram num paradoxo quando o assunto é mídia social, a questão da privacidade. Já para os positivistas, tudo vai da maneira como você usa a ferramenta. E é aqui que está o sentido da introdução deste texto. Se você utiliza algo cuja base é inútil, o destino se dissipa e perde-se o valor. Agora, se você faz bom uso da criação, haverá evolução. Mas para quem acha que tudo não presta, é fácil, não use.

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