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Conhecimento, diversão e polêmica no #VivoTwittando

16/12/2009

A Vivo foi viva na estratégica e conseguiu fazer com que sua marca ganhasse exposição positiva durante quatro dias (fora os desdobramentos futuros) devido o #VivoTwittando, evento produzido pela operadora na noite de terça-feira (15) em São Paulo.  Foram inúmeros twitees e vários posts em blogs sobre a noite que reuniu Marcelo Tas, Rosana Hermann, Marcelo Tripoli e Juliano Jasper. A divulgação para ganhar os preciosos ingressos me fez lembrar a corrida para achar os Convites Dourados, do filme “A fantástica fábrica de chocolates”. Ok, o exagero é meu.

Ressalvas: O teatro da Vivo não é o melhor lugar para um evento deste tipo. Não apenas pelo acanhamento, mas por ser meio fora do circuito de acesso ao metro. O local ideal, por exemplo, seria no teatro da Gazeta, na Paulista. O público delirou com o show man Marcelo Tas e com as twittadas que apareciam no telão. O certo é que o telão foi o show individual de cada um. E o Twitter, afinal, é meio isso também, ou seja, cada um com o seu show particular. O sorteio dos Blackberrys a falta do Wi-Fi receberam hashtag #fail.

Enfim…não é tarefa fácil conceituar uma ferramenta que permite interação entre pessoas, noticias e empresas. É… o Twitter é tudo isso, apesar de alguns (ainda) não entenderem  assim. A Rosana Hermann disse que o Twitter permite interação entre os meios e as pessoas e vice-versa, mas depois, se não me falha a memória ela afirmou que “o Twitter não é uma rede social, é uma rede de informação”. Disse bem o @leandrito percebo, nessas e em outras discussões sobre Twitter, o quanto é complicado discutir comportamento de usuário…”

Segundo o shiota o” Orkut e Facebook ficam chatos porque são sempre as mesmas pessoas. No Twitter você pode interagir com outras pessoas ”. Mas rubinho_(não só ele) levantou a seguinte questão, que provavelmente ficou sem resposta (as minhas nessa linha ficam sempre), “o que vocês acham das celebridades que não interagem e fazem do twitter uma via mão única?”. Mas são só as celebridades? E os pseudos famosos? E as empresas que não seguem ninguém?

Sobre o uso da ferramenta enquanto marketing digital, Rosana, Marcelo Tas e Jasper  foram taxativos. A primeira disse: “…se a empresa é uma droga, será uma droga com Twitter ou não...”. O segundo ” As empresas que tem o que entregar, tem no Twitter uma oportunidade maravilhosa!”. Jasper mandou essa: “Saber ouvir é mais difícil que adquirir qualquer habilidade técnica”. Tas concordou: “Simples: empresas, utilizem o Twitter para ouvir“.

Para finalizar, duas reflexões twittadas durante o evento:

adilsonbat: “Qual será a grande onda do twitter quando ele chegar na favela? Só vejo gente de classe media twitando”.

bferrari: “A turma não pensa fora da caixa (é uma auto-critica). 8 em 10 pessoas entre minha família e amigos acha Twitter uma besteira.”

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