Redes sociais, trollismo e (des)informação
A internet agilizou e multiplicou movimentos, informações, diálogos, principalmente com as redes sociais (Facebook, Twitter, Blogs, Orkut, Google+ e outros). Mas também trouxe consigo verminhos chamados Troll, Fake, o anônimo ou o cara limpa extremista. A função destes é a de disseminar, insistentemente informações errôneas, falácias, balelas e deturpações – o mantra destes é: uma mentira multiplicada se torna uma verdade-. Por quê? Por interesses financeiros, partidários, esdrúxulos ou escusos.
A linha é tênue para definir o verme que polui a internet com inverdades de alguém que discorda da sua opinião, seja por divergência de ideias ou por ignorância. Afinal, não concordar com a sua opinião não é necessariamente trollismo.
Troll é mais usado em relação a pessoas que poluem os grupos de discussão com repetições ataques pessoais, mensagens e opiniões quase sempre negativas e contrarias que pouco acrescentam ao tema discutido e que cansam o debatedor. Muitos tentam emplacar um diálogo intelectual, mas sua união é com a mentira, a distorção, a falácia, a balela.
Mas quando você notar alguém tentando desestabilizar alguma pessoa (famosa ou não) com veemência, com doses de rótulos e de absurdos, seja nos tweets, nas atualizações ou nos posts do blog, a chance de ser Troll é grande. Detalhe: perceba que a maioria dos comentários do blog de um troll, geralmente, é de freqüência anônima, e, muita vezes, feitos pelo próprio autor/troll do espaço. No caso dos RT’s é a mesma coisa, um ou outro desavisado que costuma retuitar e/ou aquelas contas que fica na cara que são fakes.
Há trolls bem fracos, mas isso já virou, digamos, profissão e é bancado, inclusive, por empresas concorrentes e, acredite, por políticos. O Troll pago, geralmente, tem um bom nível intelectual, vocabulário sofisticado e desfila referências e contradiz os argumentos dos rivais por conhecimento e pesquisa (deturpada), muitas vezes expondo-os ao ridículo e questionando sua formação educacional. Fotos e bio, claro, nada é verdadeiro. Tudo para impressionar os desavisados e para ganhar seguidores.
O trollismo é uma violação deliberada das regras implícitas de convivência social da internet.Os trolls não criam, apenas destroem o que já existe.
Existe a seguinte máxima: Não alimente um troll. Difícil atender quando você vê mentiras sendo propagadas e gente desentendida comprando a ideia. A tarefa é, no caso, avaliar o risco da trollagem e colocar a verdade na rede. Se não houver risco, o melhor é não dar audiência.
A internet é um território onde a liberdade é ampla, geral e irrestrita. Mas, infelizmente, há quem use essa regalia para promover a calúnia, a difamação e a boataria, especialmente quando os direitos que são de todos ameaçam interesses privados.











Olá caríssimos bloguistas – tenham um bom dia:
A questão é a seguinte: recebei um cartão amarelo por denúncia de “trollismo” e posteriormente fui banido, por uma certa temporada, por apresentar um contra-cartão, a contradizer a dita acusação:
afirmando pelo meu lado, que quem de facto era “troll”, eram os meus acusadores e os membros da moderação por se aliarem aos mesmos.
Invectivam como bobagem e besteira, todas as argumentações dos foristas com convicções espiritualistas; e se um forista, insiste numa contra-refutação, é automaticamente rotulado por trollismo, por não apresentar evidências científicas que sustentem as suas bobagens.
Por exemplo: eu disse, que Descartes, Wagner Borges e Waldo vieira, são filósofos, que investigaram cientificamente os sonhos, principalmente os lúcidos, e que as opiniões deles são de mérito filosófico suficientemente respeitável, para terem valor científico, para além da mera “evidência anedótica…
De forma que os chamados fenómenos de projecção de consciência e “viagem astral” estudados, pelo instituto Monroe e outros semelhantes existentes na América do Norte e no Brasil, parecem-me passíveis de ter confirmação científica.
Certos residentes, nesse fórum, replicaram, dizendo que todos os investigadores desses referidos institutos, não passam de pseudo-cientistas.
Evidentemente, que o fórum em questão, parece ser uma residência intelectual de académicos de alta assertividade científica…
Todavia eu persisti em contra refutá-los e resultado foi o que já mencionei acima: dupla ou tripla acusação de trollismo, e banimento, por rebater tal acusação.
Apreciaria imenso conhecer a vossa opinião, acerca deste meu depoimento.
Grato pela vossa atenção…
artur santos
Ah, se as pessoas usassem avatares nas ruas… ; )
Excelente texto. Necessário.
Valeu, Gabi.
É isso. A “trollagem” me faz lembrar os radicais de mimha época de faculdade. Se não tinham argumentos, a tática era descontruir – por provocação – a pessoa!! abç.
Alfredo.
Os tempos são outros, mas as táticas são as mesmas, como pode notar.
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